09 fevereiro, 2018

Juliano Moreno

Rasteja cobra…
Rasga o pulso da lógica.
Envenena Deus,
mata o início,
mata o fim.

Destrói as palavras,
liberta a poesia
das entranhas do poema,
dos nomes dos poetas.
Faça do mundo
novamente...
um infinito ponto de interrogação.

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