02 março, 2018

Eduardo Ferreira

EIS UM POETA FUDIDO
SEM TERMOS A MAIS
DESPREZANDO
COLÉRICO
O PRETÉRITO
MAIS IMPERFEITO FUTURO

VERBORREINDO
AÍ AFORA
RELES
REBRILHUZ
POR NOITES VIS


POETA SEM MARIA
OU PANELAS
POETA SEM BEIRA
NO COLAPSO
SEM PESCOÇO NO ATO
DA GUILHOTINA

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